Hash de informação para integridade de espectros bidimensionais

Uma fórmula criada para manter a integridade de qualquer espécie de informação ou sequência numérica que possa ser encaixada num padrão de posição, valor e limite variáveis e mínimo e máximo constantes, assumindo ondas de diferentes formas e espectros, que possam ser analisados e calculados um “hash” integral em cima da mesma.

Podemos também considerar como máximo da sequência a sua amplitude se estivermos falando de ondas, Mas não vamos usar este termo para isso.

Com isso, podemos por exemplo, calcular o hash de uma onda sonora, de luz, sequência de bytes e/ou qualquer outra sequência de números.

Observando isso em um plano bidimensional, onde s é a sequência numérica de entrada, x equivale a posição de cada elemento desta sequência de informações de entrada, y seu respectivo valor em relação a x, e por fim, z é a proporção relativa de y num raio de 0 à 1.

Nisso, o que devemos preencher é apenas x e y, z é feito pelo cálculo:

Na fórmula acima, y é o valor do elemento de s na posição x. A adição de 1 na equação é para assegurar que a fórmula não trabalhará com zeros, assim, evitando quebra de cadeia. z é a conversão relativa de y e seu mínimo e máximo, para que seja sempre entre 0 e 1. Desta forma, z sempre será um reflexo de y.

Em seguida, temos as variáveis operacionais, que irão divergir as informações na nossa sequência, criando um valor pseudo-aleatório para todos os dígitos nela. Assim, todo elemento da sequência irá depender de seu anterior para calcular o valor final.

A variável w é a principal alternância aleatória da sequência, porém sempre constante. Seu cálculo é feito em junção da função L, que calcula a posição relativa de x e de consequentemente todos os futuros resultados em cadeia.

  • Considerando a a amplitude, de valor constante 1.1241;
  • Considerando m a magnitude, de valor constante 1.9734;
  • Considerando Sn o número de elementos na sequência S.

a tem função de constantemente aumentar o produto de z, e m, a função de diminuir. Estas são constantes anteriormente usadas para calibragem do resultado final, mas na prática, não têm muita utilidade.

No cálculo acima, L está em função de criar uma onda integral constante aleatória, de forma que seus valores antigos mudem completamente com uma inserção, alteração ou remoção de algo. Assim, não é possível criar uma cadeia específica de informações.

L em função uniforme

Desta forma, L irá produzir uma onda uniforme, de forma com que os valores anteriores sejam semelhantes (ou idênticos) aos anteriores. Compare os resultados de L em função aleatória, e L em função uniforme:

Função de L em função uniforme
Funão de L em função aleatória

Observando o ponteiro y, idêntico nos dois testes, L altera o resultado de todo produto na função de x.

O cálculo da integridade

Considerando H o hash da informação acima observada, temos a seguinte fórmula, onde:

A fórmula acima atribuí a H, toda vez que a recursividade de S em relação a x, no qual é atribuída a função interna de f, recebe uma soma com w, x, y e z, e brevemente, a subtração do floor de H.

O somatório percorre em direção linear do início ao fim de S, atribuíndo x a sua posição atual. A subtração ao final da fórmula, garante que o resultado sempre estará dentro dos limites de z.

Tanto L em função uniforme quanto aleatória, seus resultados serão precisamente diferentes. A chance de colisão de resultados semelhantes é infinita, uma vez que os cálculos são precisamentes operados em decimais distintos.

A quantia de decimais de H é indeterminável. O que define a divisão e os números racionais é, principalmente, w.

Na prática, usando a função uniforme de L, produzimos dois resultados diferentes para “Hello, world!” e “Hello, owrld!”, trocando a posição de w e o na palavra world.

Em “Hello, world”, H = 0,238082203105 …
Em “Hello, owrld”, H = 0,270459535969 …
Adicionalmente, em “Helllo, world!”, H = 0,9490641120569

H deverá, teoricamente, ser diferente de qualquer resultado anterior, uma vez feito qualquer alteração em S.

Basicamente, sem levarmos em consideração o cálculo de integridade do espectro, a fórmula básica do processo de processamento linear de ondas lineares é:

Conjunto de cálculos do processamento linear de ondas bidiomensionais

Em suma, em cima deste princípio de processamento, podemos operar em cima de qualquer tipo de informação. Esta implementação de pseudo-aleatoriedade foi criada com fundamento de ser consistente em qualquer informação, modulável e compatível. Em breve existirá uma implementação para um algoritmo de hash seguro que implemente essa fórmula.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *